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Château Léoville Las Cases 2025
Vinhos em primeurs - Disponibilidade no início de 2028
Vamos falar sobre este produto!
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Descrição
Características e Notas de Prova do Château Léoville Las Cases 2025
Prova
Aspeto
Este vinho revela uma cor púrpura profunda e escura, de grande intensidade, com reflexos ligeiramente mais claros no rebordo do copo.
Nariz
O bouquet aromático é notavelmente complexo e expressivo. Liberta notas intensas de frutos pretos, como groselha preta, amora e cereja preta. Subtis nuances florais de violeta, rosa e alfazema entrelaçam-se com toques especiados de cedro e tabaco. O conjunto é realçado por uma forte marca mineral que evoca a grafite e a pedra esmagada.
Boca
Excecionalmente precisa, a boca oferece uma textura concentrada, vibrante e profunda. Apesar do calor do ano, o equilíbrio é notável graças a uma bela frescura. A estrutura tânica, simultaneamente poderosa e extremamente refinada, enquadra este vinho com um perfil clássico. O final prolonga-se demoradamente em notas salinas e minerais.
Harmonizações gastronómicas
Este grand cru harmoniza maravilhosamente com carnes vermelhas de carácter, como costeleta de vaca, borrego ou vitela assada. Acompanha igualmente muito bem caça, pato e pratos de cozedura lenta em molho. Após alguns anos de guarda, irá enaltecer pratos com cogumelos, trufas ou queijos curados.
Serviço e guarda
Para apreciar plenamente este vinho, recomenda-se servi-lo a uma temperatura de cerca de 15,5 °C. Na sua juventude, aconselha-se uma decantação de três a seis horas para libertar todos os seus aromas. Concebido para uma evolução muito longa, este excecional vinho de colheita poderá ser apreciado até cerca de 2075.
A Elegância e a Potência de um Terroir de Exceção em Saint-Julien
A propriedade
Situado na região de Bordéus, o Château Léoville Las Cases foi oficialmente estabelecido em 1840, na sequência da divisão do antigo Domaine de Léoville. Esta prestigiada vinha estende-se atualmente por cerca de 98 hectares. Propriedade da família Delon desde o final do século XIX, é hoje gerida por Jean-Hubert Delon. Reconhecido como um dos maiores vinhos da Margem Esquerda, impõe-se como um nome incontornável para os connaisseurs. Produz vinhos de excecional longevidade, frequentemente comparados aos Premiers Crus.
A vinha
O complexo terroir desta propriedade de Saint-Julien assenta principalmente em cascalhos do Quaternário, sobre subsolos arenoso-cascalhentos e argilo-cascalhentos, com argilas mais densas em algumas zonas. A proximidade do estuário do Garona desempenha um papel de regulação térmica, criando um microclima que protege as vinhas das geadas e favorece o amadurecimento precoce das uvas. A vinha é conduzida segundo uma abordagem respeitadora do ambiente, incluindo práticas biológicas e um rigoroso trabalho em verde.
A colheita
A estação foi marcada por um clima quente e soalheiro, cujos excessos foram atenuados pela influência natural do rio. O trabalho meticuloso na vinha, em particular uma desponta mais alta para proporcionar mais sombra, ajudou a preservar a frescura dos bagos. As vindimas, que decorreram de 5 a 20 de setembro, foram as mais precoces da história da propriedade, dando origem a rendimentos baixos de qualidade notável.
Vinificação e estágio
As uvas são encubadas por parcela em cubas de madeira, betão ou inox com temperatura controlada. As extrações são conduzidas suavemente para favorecer a finura dos taninos. O estágio decorre depois durante 18 a 20 meses em barricas de carvalho francês, com 80 a 90 % de madeira nova. O vinho é tradicionalmente colado com clara de ovo antes do engarrafamento. Teor alcoólico: 13,65 % vol.
Castas
82 % Cabernet Sauvignon, 12 % Cabernet Franc e 6 % Merlot.



