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M. Chapoutier : De l'Orée 2025
Vinhos em primeurs - Disponibilidade no início de 2028
Vamos falar sobre este produto!
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Descrição
Características e conselhos de degustação de Ermitage “De l’Orée” 2025 por M. Chapoutier
Degustação
Aspeto
De cor amarelo pálido, o vinho apresenta brilhantes reflexos dourados.
Nariz
O nariz, complexo e subtil, abre com notas de milho torrado, evoluindo depois para frutos de polpa branca, ruibarbo recém-cortado e avelã fresca. Com aeração, surgem apontamentos de raspa de limão, realçados por uma agradável frescura mentolada.
Boca
O ataque é amplo. Ao mesmo tempo fresco e delicado, o paladar revela subtis notas anisadas que evocam o funcho, acompanhadas por apontamentos de manteiga noisette e uma fina expressão de frutos de polpa branca. A textura, nobre e saborosa, conduz a um final longo e linear, marcado por delicadas nuances caramelizadas.
Um vinho branco de Ermitage que alia finesse e vivacidade
A propriedade
Fundada em 1808 em Tain-l’Hermitage, a Maison M. Chapoutier ocupa uma posição de destaque no Vale do Ródano. Inicialmente conhecida sob outra designação, está ligada à família Chapoutier desde 1897. Pioneira da biodinâmica na região, a propriedade distingue-se também por apresentar braille em todos os seus rótulos desde 1996, como sinal de abertura e inclusão. Atualmente, Mathilde e Maxime Chapoutier asseguram a sua gestão, perpetuando as exigências e a filosofia familiar, ao mesmo tempo que introduzem uma abordagem moderna ao serviço de uma vinha reconhecida mundialmente.
A vinha
Esta cuvée provém exclusivamente do lieu-dit Les Murets, na vertente oriental da famosa colina de Ermitage. O terroir, particularmente singular, assenta em depósitos aluviais flúvio-glaciares muito antigos, misturados com argilas vermelhas. As vinhas, com idades entre 60 e 70 anos, são cultivadas segundo princípios biodinâmicos. Os seus rendimentos naturalmente baixos favorecem uma elevada concentração e uma expressão muito fiel do terroir.
A colheita
Uma colheita que começou com um inverno relativamente ameno e muito chuvoso, permitindo constituir boas reservas hídricas, seguido de um período prolongado de frio que atrasou o abrolhamento e reduziu o risco de geadas. A primavera, alternando entre chuva e sol, originou um forte crescimento vegetativo e maior pressão na vinha, com floração precoce mas poucos cachos. O verão foi marcado por duas ondas de calor e um episódio de granizo em Crozes-Hermitage, causando algumas perdas. A vindima, precoce a partir de meados de agosto, prolongou-se graças às chuvas do final de agosto, que afinaram a maturação.
Casta
“De l’Orée” 2025 de M. Chapoutier é elaborado a partir de 100% Marsanne.



