Avaliação e classificação
Robert Parker
Luis Gutiérrez
Fiquei muito agradavelmente surpreendido com o 2017 Vivaltus engarrafado, apesar de 2017 ter sido um ano desafiador e ter sido dizimado por uma geada terrível em abril que resultou em perdas de até 60% da colheita. O final da temporada foi quente e a vindima precoce, pelo que o ciclo vegetativo foi bastante curto. O vinho é floral, perfumado, elegante e insinuante; a madeira parece bem integrada e o palato é equilibrado, com taninos muito bons (não tão refinados quanto os de 2016 ou 2018). Um triunfo sobre as condições adversas da vindima.
James Suckling
Zekun Shuai
Muitas ervas secas com notas de engaço e algum carácter de fruta seca. Ao que parece, foi um ano desafiador devido ao granizo, embora a fruta no palato esteja fresca. Fruta doce, taninos de grão fino e final apimentado. Beber agora.
Jane Anson
Jane Anson
Notas de mirtilo silvestre, loganberry e cassis; fruta escura e compacta, com acidez bem desenvolvida, como se espera deste vinho, e um toque de chocolate negro amargo no final. Evolução lenta, bem integrada, e a potência é subtil em vez de explícita, pelo menos em comparação com o estilo habitual de Ribera del Duero. Final marcadamente salino/saboroso, com funcho e anis. Consultoria de Jean-Claude e Jeff Berrouet, com o enólogo Montxo Martinez e os proprietários Marcos e Carlos Yllera; proveniente de vinhas velhas entre 750 e 1.000 m de altitude, estagiado em carvalho francês.