RUINART CELEBRA ARTE

Ruinart, Ponto de Encontro da Arte Contemporânea

Primeira casa de Champangne, criada no Século das Luzes, em plena efervescência cultural e artística, Ruinart sempre manteve-se na vanguarda. Desde vários anos, a casa exprima o seu modernismo e a sua história através dos olhos dos artistas contemporâneos. Em 1896, Ruinart solicitou pela primeira vez um artista, e foi o tcheco Alphonse Mucha que ilustrou um anúncio que marcou a primeira colaboração entre a famosa casa de champanhe e um artista. As Obras resultando destas diferentes colaborações; pinturas, esculturas, instalações, fotografias, peças de design, contam o ambiente do domínio, o saber-fazer da propriedade, as míticas cuvées…


Assim, cada ano desde 2008, Ruinart anuncia o nome de um artista contemporâneo que reinterpreta os valores da casa, através de uma visão criativa e singular. Beneficiando de uma carta-branca, o artista cria uma série de obras inspiradas pelas vinhas e a propriedade.


Ruinart : As precedentes colaborações Ruinart


artiste-brésilien-Vik-Muniz

A Arte intregrada ao vinhedo... Em 2019, é o artista plástico brasileiro Vik Muniz que recebeu a “carta-branca" da Casa Ruinart. Imergido no mundo de Ruinart durante as vindimas 2018, Vik Muniz criou a "Shared Roots", um trabalho complexo e poderoso que destaca a noção de fluxo e ligações intensos e imutáveis entre o homem, a videira e a arte.


artiste-brésilien-Vik-Muniz

Chardonnay Leaf

Obra concebido nas adegas subterraneas de giz branco da Casa Ruinart em Reims, inscritas como patrimonio mundial da UNESCO, esta construçao é uma representação ampelográfica gigante da uva Chardonnay, composta de folhas desta casta, de sarmentos e bagas de uvas dos vinhedos de Sillery.

Flow Diptych

Concebida graças a um acúmulo de pedaços de madeira e carvão enegrecidos, este trabalho reproduz as videiras que Vik Muniz fotografou no vinhedo de Sillery, na montanha de Reims. Esta obra é composta de duas partes formando um díptico.

Flow Vine 1 and Flow Vine 2

Estas duas obras independentes oferecem uma reinterpretação das videiras, reproduzidas a partir de madeira enegrecida e carvão. É um trabalho longo e meticuloso, aliando o mineral e o orgânico.

Flow Polyptych

Composto por 6 partes, este trabalho é principalmente uma ode ao poder da natureza e ao seu fluxo criativo, potência symbolizada por seis videiras reinterpretadas por madeiras e carvões enegrecidos. Um trabalho complexo e imponente.

Flow Hands

Encenação das mãos de Frédéric Panaïotis, Chef de Cave da casa Ruinart, segurando uma videira. A tensão de suas veias mistura-se nos nós da madeira e torna-se complexo definir os limites entre o humano e a natureza. Composição fotografada por Vik Muniz e reproduzida a partir de madeiras e carvão.

O primeiro artista a responder ao convite de Ruinart, foi Maarten Baas em 2008. Todos os anos, suceda um novo artista; Dustin Yellin com a sua fresca de vidro onírica contando as viagens de Edmond Ruinart, Hubert Le Gall e seu calendário composto de doze esculturas de vidro expressando um ano no vinhedo, Piet Hein Eek com a sua obra monumental evocando as primeiras caixas de transporte de champanhe criadas em 1769 pela casa Ruinart.

As precedentes colaborações Ruinart


MAARTEN BAAS

Le bouquet de Champagne

NACHO CARBONELL

Diversity

GIDEON RUBIN

Portraits de Famille

HERVÉ VAN DER STRAETEN

Miroir

PIET HEIN EEK

L'Arche

GEORGIA RUSSEL

Le Grand Livre

HUBERT LE GALL

Le Calendrier de Verre

ERWIN OLAF

Light

JAUME PLENSA

Dom Ruinart

LIU BOLIN

La Trace Invisible du Travail de l'Homme